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sábado, 4 de janeiro de 2014

Velas, pregadores, agulhas, tapas e chutes! Já imaginou tudo isso no seu pênis?

F:  A  Capa,



By: João Marinho* 

O sadomasoquismo comporta todas aquelas práticas ou jogos sexuais que dizem respeito a treinar comportamentos, amarrar, mandar e obedecer ou, ainda, causar dor.
Pois agora vamos falar de uma prática bastante atinente à parte SM da coisa: o CBT, sigla em inglês para cock and ball torture, ou, em bom português, "tortura de pinto e bola", ou seja, tortura genital! Ouvimos um "ai" por aí?

CHEGANDO DE MANSINHO
Maurício Carneiro*, 34 anos, já teve uma palhinha com o CBT. "Há uns cinco anos, comecei a descobrir mais sobre o universo BDSM e a sair com dominadores", conta o jornalista, que é sub - ou seja, curte ser submisso numa relação ou sessão DS.

"Sempre curti mais o lance de dominação e submissão, mas, aqui e ali, quis experimentar um pouco do SM. Aí, uma vez, saí com um cara que nem mesmo se dizia parte do mundo BDSM, mas se definia como spanker. Ele bateu na minha bunda por uma longa sessão. Apesar de ter doído, eu gostei. Então, experimentei o spanking com outro dominador, que chegou a pingar cera de vela no meu pau, e aí um terceiro me falou 'oficialmente' do CBT".
Curioso, Carneiro topou experimentar com o terceiro. "Fiquei com receio, mas quis ver o que ele fazia. Ele amarrou apertado na parte de cima das minhas bolas e deu uns tapinhas de leve nelas, que ficaram 'estufadas' - mas aí eu desisti. Doeu pacas e pedi para parar. Depois, não voltei mais a fazer. Tenho muita sensibilidade lá".

O médico Saulo Griff*, 37 anos, também já experimentou o CBT, mas como "gente que faz". "Foi algo simples, primeira tentativa. Dei umas palmadas leves com minha mão no corpo do pênis. Depois, me empolguei e usei o cinto da calça", conta - e foi tudo combinado? "Foi na hora... O clima estava esquentando, e comecei a dar as palmadas de mão. Ele foi gostando, aí esquentou mais ainda". Perguntado se, como médico, ele teve alguma preocupação, Saulo disse que sim: "Claro. Se ferir ali, a cousa fica séria...".

O médico teve alguns cuidados, como "não acertar os testículos: só o corpo do pênis, e não acertar no meio, onde fica a uretra". A experiência do sub, porém, o tranquilizou. "Não era a [primeira vez] dele. Ele já tinha praticado, e foi aí que me contou que curtia apanhar. Na verdade, ele fez bem mais do que eu [risos]".

SÓ UM TAPINHA!
Os casos de Mauricio e Saulo são emblemáticos porque, geralmente, a descoberta do CBT costuma ser casual e com alguém que já pratica ou praticou a, digamos, modalidade. Isso porque tanto gays quanto héteros, como homens que são, não costumam ficar muito confortáveis com coisas que possam ser entendidas como agressãou ou violência "lá".

As razões por trás disso, para além do aspecto "integridade física", podem ser relacionadas a um certo falocentrismo, característico das sociedades ocidentais. Não é de hoje, feministas e lésbicas chamam a atenção para a supervalorização do pênis (o falo), inclusive entre os gays. Sobre isso, já houve até pesquisas, como a do antropólogo Marcel Freitas, de Minas Gerais.
Depois de uma pesquisa de 1997 conduzida com homens bissexuais sobre as categorias de ativo e passivo, Freitas resolveu investigar os "vínculos homoeróticos" entre torcedores e jogadores de futebol diante dos relatos de alguns participantes que mantiveram relações sexuais homossexuais em viagens de torcidas organizadas (interessante, não?).

No texto, Freitas escreve: "postulamos que o homoerotismo é uma característica típica e latente de sociedades patriarcais e falocêntricas, como a brasileira, visto que se apoia, psicológica e culturalmente, numa exacerbação de tudo aquilo que se vincula à figura do 'macho' [...].
Nos termos da Psicanálise, tentaríamos entender este homoerotismo no Futebol como um investimento libidinal, da parte dos torcedores, nos jogadores e uns com os outros, já que eles culturalmente simbolizariam o masculino ao corporificarem esta prática social - Futebol - diretamente associada à masculinidade".

Embora pesquise um tema específico distante do BDSM, essa questão falocêntrica dá muita coisa para se pensar, certo?

Não à toa, o CBT pode causar receios em quem desconhece a prática. Não sabemos no inglês, mas, na língua portuguesa, a própria tradução - tortura genital - parece torná-lo menos popular. Tanto que a reportagem conseguiu apenas três entrevistados para falar abertamente sobre o assunto. Isso, pelo menos, à primeira vista, já que, por trás de tudo, pode estar simplesmente a falta de informação.

RESUMINDO E RECORDANDO
"Não é todo mundo que sabe o que é CBT", conta o mestre Quíron*, 27 anos, que gosta de "brincar" com os pênis e o escroto dos seus escravos. "Então, rola de eu fazer, o cara gostar, mas se perguntar a ele se curte CBT, talvez ele diga que não. Então, é preciso explicar. O significado da sigla 'CBT' assusta muito, [mas] eu não encontro muita resistência para o CBT. Pelo contrário, é geralmente benquisto".

No entanto, continua ele, é preciso ir sem muita sede ao pote - ou ao dito-cujo. "Indo devagar, vai se longe [risos]. A maior parte dos caras com quem eu saí não conheciam CBT, principalmente na prática".

Além disso, para Quíron, pesquisar sobre o assunto é fundamental. Afinal, estamos falando de uma área que, não dá pra negar, é bastante sensível: "Aprendi [as dicas] conversando com médicos e praticantes do meio BDSM, lendo sobre anatomia e sobre CBT".

Questionado se falar com um médico é imprescindível, Quíron diz que não, "mas é uma maneira de entender melhor como funciona a região e como o corpo nos alerta de algum problema", opina ele, depois de esclarecer que consultou médicos que são também praticantes do BDSM.

Para Quíron, Maurício e Saulo também fizeram certo: para quem tem curiosidade, é sempre indicado começar com alguém mais experiente, seja sádico/dom, seja masoquista/sub. "O ideal é que se pratique com quem já sabe ou tem alguma noção e bom senso. Para fazer, é preciso conhecer o corpo, quais são os sinais de problema. Conversar com o parceiro, inclusive durante a prática. Por exemplo, se o saco estiver amarrado e começar a perder temperatura, ficar frio ou roxo, você tem de imediatamente desamarrá-lo", diz o mestre sádico, acrescentando que, se a pessoa tem muita sensibilidade lá, "é mais difícil".

DEVAGARINHO, AMOR!
Mas, afinal, o que acontece exatamente em uma sessão que inclui CBT? A resposta: várias coisas. Na prática, qualquer modalidade de "esporte sexual" que promova alguma dor ou mesmo o efeito psicológico dela na região genital pode ser considerada CBT.

"Já vi héteros praticando CBT em uma reuniãozinha. A dominatrix usou pregadores no saco, agulhas esterilizadas na pelinha ali do prepúcio e depois ela pôs uma camisinha no cara e aplicou eletrochoque. Ele deu um grito e aí gozou", conta Maurício. Cruzes?
"[Tem] ball busting (chute e soco); ball crushing (esmagar); squeezing (espremer com as mãos); pregadores ou algo pequeno que prenda a pele, como presilhas; velas; ball bondage (com cordas), spanking (tapas no pênis; quando no saco, mais leve) e flogging (com chicote e com 10 vezes mais de cuidado e menos força do que nas costas e bunda)", complementa Quíron. Cruzes ao quadrado?
Calma, não precisa se assustar. Antes de mais nada, é preciso considerar que as práticas do CBT devem seguir as regras do SSC - são, seguro e consensual - e, sim, causar prazer.

Ademais, às vezes, o apelo é até mais visual. "Visualmente, eu acho a vela bem intensa. Para eu pingar vela no pau do cara, eu preciso imobilizá-lo, por exemplo. Ball busting tem um apelo visual forte. Um dos masoquistas com quem eu tenho contato leva chute no saco, cai de joelho no chão e levanta com o pau mais duro e pedindo mais. Essa cena pode ser bem chocante para quem não entende, porque, muitas vezes, a velocidade da perna é mais para assustar e, quando chego próximo do saco, eu diminuo, o que torna mais impactante para quem vê e também assusta quem recebe. Tem um sadismo psicológico incluso", conta Quíron.

Além disso, as práticas podem ser menos intensas. "Há quem use chibata ou sandália para espancar, outros apertam os testículos. Em geral, no saco escrotal, penduram. As palmadas vão, na maioria das vezes, para o pênis", explica Saulo. "O sub [com quem fiquei] já tinha feito mais de CBT, inclusive com um dominador que já havia espancado mais forte o saco dele. Já tinham colocado pregadores nele, e ele adorava. Ele me deu dicas. [Por exemplo], a de que nem sempre precisa bater de verdade. Muitas vezes, a sensação de encostar rapidamente a mão ou sandália já dava tesão nele".

"Às vezes, [o CBT] não causa dor", concorda Quíron. "Posso estimular somente a parte de baixo da glande por muito tempo, sem tocar em outra parte do pinto. A reação comum é que quem está sendo manipulado queira bater uma punheta com a mão toda. A sensação prazerosa vai crescendo, e isso pode ser desesperador para alguns. É uma tortura sem dor", explica. Ouvimos um "peraí, já fiz isso" por aí?

CUIDADO AÍ, PÔ!
E quanto aos cuidados? Alguns já foram dados: ler sobre o assunto; começar com quem tem experiência; conhecer o corpo, a região e os limites; sempre, sempre, sempre, fazer sem exagero na força, tomando cuidado com as "partes"; conversar com o parceiro (inclusive no "durante"); e começar a praticar devagar, lembram?

Tem mais: "Se bem feito, com calma, você pode fazer CBT e não ferir de verdade o sub", explica Saulo. "Se for usar agulhas, tem de ser só da pessoa e, claro, só aplicar no saco escrotal, sem acertar no testículo ou canal do epidídimo".

O médico alerta para problemas que podem ser causados ao se fazer algo assim com gente sem noção: "Lesão da uretra, lesão dos testículos, inflamação do canal do epidídimo".

Por isso, é importante que as pessoas envolvidas não estejam alcoolizadas ou sob efeito de drogas. "Em eventos sérios, nem rola. O pessoal que leva a sério o BDSM evitar misturar. No máximo, um pouco de cerveja, mas nada que faça perder o limite do que se está fazendo". Instrumentos adequados também podem ser usados. "Existem flogs curtos que são específicos para CBT", comenta Quíron.

As dicas, por sinal, valem para outras práticas BDSM. Então, conversa boa, ter consciência dos limites, usar palavras de segurança, caldo de galinha e agulhas pessoais e esterilizadas... Não fazem mal a ninguém - e boa sorte!

*Matéria publicada originalmente na revista A Capa *61

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

NOTICIAS LGBTT

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World G News
UM GAY BEM INFORMADO, VALE POR DOIS! Noticias curtas do Movimento GAY. Tudo que está acontecendo na Politica, Eventos, Fofocas, Prestação de Serviços para ajudar a comunidade.
/http://worldgnews.blogspot.com.br

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O Caralho do Rock: Blog desnuda roqueiros para mostrar um outro lado do universo gay

F:  A  CAPA,


By: Lufe Steffen / Fotos: André Moreira e Nati Canto* 

O Caralho do Rock: Blog desnuda roqueiros para mostrar um outro lado do universo gay
O mundo gay vive de estereótipos, guetos e regras estéticas e comportamentais. Dentro do universo de tabus, um deles persiste: gays no rock. Afinal, pode ser bicha, curtir rock e ter um visual rústico, largado e desleixado?

Pode. O blog O Caralho do Rock, no ar desde 2001, vem lutando bravamente nas ondas da internet para provar que gay e rock tem tudo a ver. E mais: cultuando o tal visual “roots” dos roqueiros brasileiros, com direito a ensaios sensuais protagonizados pelos próprios músicos - alguns tirando até a roupa toda.

Para destrinchar essa trincheira underground, entrevistamos o criador do blog, Fábio Justino, 28 anos, formado em letras, revisor e editor de texto, educador cultural e eterno apaixonado por rock. E por roqueiros, claro.

Como e quando começou O Caralho do Rock?
Surgiu há uns dez anos, por ócio criativo mesmo. De bobeira comecei a reunir material sobre rock, porque curtia rock, curtia os caras também, e comecei a colocar numa página na internet.

Por que O Caralho do Rock?
Porque era só sobre homens. Os caras do rock. Então cabe esse trocadilho. Os Caralhos do Rock.

Mesmo que um roqueiro fosse homofóbico, você colocaria no blog?
Colocaria e informaria, que eles tinham tido esse boato e tal. Por exemplo, quando falei do Phil Anselmo, do Pantera. A banda tem vários boatos sobre homofobia, tanto que informei.

Quando começou essa coisa de fazer ensaios sensuais com os roqueiros brasileiros?
Isso foi mais recente. Na primeira fase do blog, ele foi deletado do servidor, acredito que por alguma censura, porque tinha um conteúdo pornográfico. Tinha ensaios de músicos como Peter Steele (1962-2010, vocalista da banda de metal Type O Negative, posou nu para a revista “Playgirl” em 1995). Creio que foi deletado por isso. Depois de muito tempo, decidi voltar com um formato mais simples. Comecei a ter contato com caras de bandas e a querer primeiramente fazer entrevistas com eles. Depois tomei coragem de convidar os caras para as fotos.

Como você aborda os caras?
Primeiro convido pra entrevista, aí depois que aceita, convido para as fotos, porque não é obrigatório. Se o cara quiser dar só entrevista, sem as fotos, pode ser, como já aconteceu.

A estética dos ensaios é bem diferente. Como você planeja esse visual? 
Por ser um site de rock, queria que se diferenciasse um pouco de um site gay. Queria que abordasse mais gente. Como a maioria dos caras não tem a ver com a coisa gay, eles se incomodam um pouco com o fato de serem tratados como símbolos sexuais, ou homens-objeto. Não querem, como eles falam, ficar ‘pagando de gatinho’, não gostam disso.

Você pensa em ser mais ousado, colocando nudez frontal?
Talvez isso espante um pouco ou ‘guetifique’ um pouco o blog. E estou querendo abrir mais. O fato de o blog ser gay já assusta um pouco as bandas. E ser gay e pornográfico, talvez assuste mais ainda. Então tenho pensado nisso, mas não sei se vou manter essa autocensura. Tem cara que não quer nem tirar a camisa. Dá muito trabalho, mas o céu é o limite e quem dá esse limite são eles. Eles tiram as fotos do jeito que querem. Acho que a sensualidade não vem necessariamente da nudez.

Você acha que ainda existe preconceito contra gays no rock?
Acho que existe sim. Não por ser especificamente do rock. Acho que as pessoas são preconceituosas, e o rock é muito masculino.

Mesmo diante de bandas seminais do rock, com vocalistas gays, como o Queen?
Aí eles curtem as bandas, mas esses caras não eram ativistas, não levantavam bandeira nenhuma. O gay pra ser respeitado no rock não pode levantar bandeira. Como o cara do Judas Priest, que é um ícone, e as pessoas vão gostar dele apesar de ele ser gay. E geralmente eles conseguem respeito antes de se assumirem gays.

O blog já sofreu homofobia?
Tenho alguma repercussão negativa dependendo da banda e do fã da banda. Já tive muito problema com fãs do Pantera, que me diziam que o blog era uma das poucas referências em português sobre a banda. E eles achavam que eu prestava um desserviço, por escrever certas coisas, embora eu dissesse o que era ou não boato. Às vezes entra gente me xingando e eu ignoro. Hoje em dia eu administro os comentários. Filtro mesmo, sem dó, se começa a xingar gratuitamente...

Qual seu objetivo com o blog?
O blog quer levar informação para as pessoas, além de estimular a pluralidade de perfis, para que percebam que a coisa gay não é limitada, que existe mais gente. Não existem muitas iniciativas desse tipo. O Grind (festa domingueira da casa noturna paulistana A Lôca) mesmo deu uma perdida, porque cresceu muito e teve de se abrir. Quando você foca para os gays já é um filtro, se você foca para os gays que curtem rock é um filtro maior ainda. Agora, falar do cara é apenas um gancho para discutir algum assunto. Por exemplo, teve uma época em que alguns emos foram espancados no México por homofobia. As pessoas que espancaram achavam que emos eram gays. E eu fiz um post sobre isso.

Você postou no blog uma foto onde você está nu, com um cartaz escrito “O Caralho do Rock” cobrindo o sexo. Você pensa em posar nu para seu próprio blog?
Preciso ter uma banda (risos), o critério é esse. Senão não tem sentido.

Podemos concluir então que se você tiver uma banda, você vai posar?
Ô! (risos). Com certeza...

 

Fábio Justino, o criador do blog
Foto 1: Noel Rouco, da Rock Rocket
Foto 2: Rodrigo Lima, da Dead Fish

DEVORADO PELO CUNHADO.

ikp2zv2c1qksivmo1_400Meu nome é Marcelo, tenho a pele bem branquinha e cabelos lisos castanhos… 
Bem o fato ocorreu a uns 2 anos atrás. Meu irmão mais velho Marcos tinha um amigo o Fábio, da qual sempre desconfiei. Um dia Marcos foi na casa do Fábio e eu pedi para ir junto, bem ao chegarmos, Fábio me deixou no computador, e ele e Marcos foram para o outro quarto, algum tempo depois ouvi uns gemidos, e fui ver o que estava acontecendo, Fábio estava de quatro com o Marcos metendo no rabo dele, fiquei muito esxitado com tudo aquilo, por fim nenhum dos dois perceberam que eu vi.
Decidido, no dia seguinte voltei à casa do Fábio, e com um tom ameaçador disse que vi tudo e ia contar para todo mundo se ele não me desse seu cú. Fábio ficou espantado e aparentemente irritado, mas me disse para esperar, entrou no quarto demorou um pouco e voltou só de cueca pedindo para eu entrar no seu quarto, eu já estava meio arrependido, mas entrei.
Ele tirou minha camiseta e minha calça, fiquei congelado nunca havia feito aquilo com um homem, eu estava quase desistindo e acho que ele percebeu. Eu disse que não queria mais, e ele ficou furioso e foi abaixando minha cueca, disse que agora iria até o fim, que eu queria me fazer de homem mas não passava de uma bichinha nojenta e indecisa, e que faria eu me decidir definitivamente por um cacete. Ele me jogou com violência na beira da cama, e tirou a cueca, foi quando abaixei os olhos e vi que ele tinha um caralho enorme, uns 18 cm, era realmente bonito, com uma cabecinha rosadinha, ele perguntou se eu tinha gostado, sem esperar resposta me agarrou pelos cabelos e disse para chupar bem gostoso seu caralho, que eu ia gostar. Eu estava muito confuso, e quando dei por mim já estava com aquele rolo de carne, cheio de veias na minha boca, e pior que estava gostando, eu chupava aquela trolha dura, e sentia um líquido quente e salgadinho, Fábio começou um vai e vem, até que senti seu pau latejando e engrossando mais ainda, de repente minha boca estava cheia com sua porra, era tanto que escorria muito pelos cantos dos lábios, ele me puxando pelos cabelos, me xingando, me chamando de sua puta, sua vadia, que eu não passava de um viadinho…me senti terrivelmente humilhado, e já não queria saber de comer o Fábio queria só sair dali. Mas quando pensei que estava tudo acabado, ele tirou a pica ainda dura da minha boca lambusou minha cara de porra, e me puxando pelos cabelos me pôs de quatro, gelei, sabia o que viria e pedi em vão por tudo, para que não fizesse isso, implorei, pedi perdão que não diria nada para ninguém, mas ele estava irredutível, e gritou com violência para eu me calar, que viadinhos sujos como eu mereciam era isso mesmo. Ele nem se deu o trabalho de lubrificar, e sem pena me deu uma puta estocada no cú, a qual revidei com um grito de dor, mas ele forçava cada vez mais, e a dor só aumentava, eu continuei implorando, dizendo que estava doendo muito. Imagine a cena, eu de quatro me arreganhando o máximo, implorando, com um macho metendo na minha bunda. Então Fábio viu que eu não ia agüentar, e me puxou me deitando de bruços, eu tentei me livar, mas ele me segurou pelo braço quase deslocou provocando uma forte dor, e disse que eu ia tomar porrada se não colaborasse, ele então abriu com as mãos as minha nádegas ao máximo, deixando meu cuzinho bem exposto, e deu uma cusparada que acertou a entrada do meu buraquinho ainda virgem, mandou eu ficar de quatro de novo, posicionou a pica na entrada do meu cuzinho, tomou um impulso, e socou com força se dó, na hora eu senti tanta dor, que nada pude fazer, a não ser chorar, mas Fábio só havia posto pouco mais que a cabecinha e contiuou forçando com raiva, me fazendo sentir uma dor tão grande, parecia que aquela barra de carne estava me arrebentando no meio, eu chorava muito. Até que ele disse que estava com a vara toda no meu rabo, e começou um vai e vem muito rápido, ele tirava e metia com muita força, Fábio estava muito violento, eu senti as pregas do meu cú se rasgarem, até que ele começou a ri, ai percebi que estava com meu pau duro, e Fábio disse que ia gozar, senti um líquido quente enchendo minha bunda e escorrendo pelas minhas pernas, eu fiquei confuso e envergonhado, e soltei vários gemidos misturados de dor e prazer. Fábio me perguntava se eu estava gostando de tomar uma pica no rabo, me chamava de puta safada, que eu estava com um mastro no cú, e estava gostando, e ele repetia em voz alta que estava arrebentando o rabo de uma cadela no cio, e que era muito gostoso, ele gozou ainda mais duas vezes dentro do meu cú.
Depois foi tomar banho, e me deixou ali caindo com o rabo arreganhado e muito dolorido. Eu me sentia realmente uma puta sem pudor, sangrava muito pelo cú, e me sentia muito humilhado, havia sido comido, pelo namorado do meu irmão. Por fim ele voltou do banho,me deu uma pisada no meio da bunda, que me fez sentir mais dor ainda, e disse que tinha gravado tudo, mas não ia mostrar para ninguém. Eu tomei banho e fui embora, mal podia andar, e meu cú ainda estava sangrando, mas no fundo eu havia gostado muito de ser enrabado.

Aprenda a dar a bunda em cinco passos

Dar a bunda para um leigo no assunto, pode ate ser assustador ou desconfortável se não se tomar medidas de segurança, confira aqui o que você precisa saber para dar o cú e se divertir de verdade, sem dor e sem preconceito.

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Passo 1 – acostume bem o seu cuzinho – Seu cu não foi exatamente feito pra foder. O cu não se "abre" quando penetrado. Muito menos se lubrifica naturalmente. Pelo contrário, ele se fecha! Isso mesmo, se fecha! Experimente enfiar um dedinho no seu cu. Isso mesmo, só um dedinho! Ele vai fechar imediatamente! Por isso, nada de ir deixando botar a pica assim, de primeira! Vá colocando um dedinho, bem devagarzinho. Se o cuzinho piscar, deixe-o voltar ao normal, aos poucos, ainda com o dedinho lá dentro. Sem mexer, tá? Precisa de paciência! Depois que acostumar com o primeiro dedinho, vá para o segundo. Tudo sem pressa, sem afobação. Depois, só depois do segundo dedinho ficar de boa, você entra com o terceiro. Caso o terceiro se adapte bem e seja bem recebido pelo cu, aí sim você pode começar a fazer vai-e-vem no cu, como já simulando uma transa, pra acostumá-lo á penetração do pênis propriamente dita. Sempre cuide bem do seu cuzinho! Seja seu, seja do parceiro! Sexo anal sem dedinhos, só se e quando o cu já tiver o costume, assim como o meu tem hoje! Se você é passivo e decidiu dar o seu cuzinho de presente pro parceiro, sempre exija que ele seja tratado igual estrela ou celebridade! Afinal, você não serve só pra dar prazer, mas pra sentir também! Bom, os dedinhos são uma coisa muito importante! Mas outra coisa que não pode faltar de jeito nenhum na sua fodinha por trás é…
Passo 2 – lubrificação
Lembra que eu disse, o cuzinho não tem lubrificação natural? Pois é. Só os dedinhos não bastam. Qualquer foda anal, a seco, vai machucar o seu cu. Portanto, é necessário lubrificar! Primeiro, é óbvio, você deve escolher o lubrificante. Tem gente que usa cuspe. Pois é, tem vezes que um beijo grego bem gostoso já basta! Não sabe o que é beijo grego? É, língua direto no cuzinho. No entanto, pra quem está começando talvez seja pouco. Tem gente que usa óleo de amêndoas. Já tem gente que usa lubrificantes especiais, a base de água. Pros que estão começando na maravilhosa arte de dar a bunda, eu recomendo os lubrificantes especializados, como o KY. Se você está começando, vá pelo mais seguro: compre um KY na farmácia! Atenção não use qualquer coisa como lubrificante, cuidado com as substâncias abrasivas! Elas podem queimar suas pregas – de verdade! Além dos dedinhos e da lubrificação, outro fator fundamental é a…
Parte 3 – higiene
Sabe, a maioria das pessoas não gosta de falar nisso. Na verdade, é até meio constrangedor e desagradável. Mas é necessário falar. Seu cuzinho na verdade é a parte final de seu sistema digestivo. Eu sei que você sabe disso, mas não custa repetir: o que tem no final da sua digestão? Isso mesmo. Merda. Bosta. Cocô. Fezes. E você sabe o reto, que é onde seu parceiro está doido pra enfiar o pau, é um lugar normalmente cheio dessa substância marrom, fétida e nojenta, a qual seu corpo joga fora porque usualmente já não presta pra mais nada. Não costuma ser excitante misturar merda com sexo. A não ser uns e outros que têm fetiche com essas coisas… Mas a grande maioria das pessoas não vai achar legal comer um cu e sair com o pau todo cagado. É um risco que se corre ao comer um cuzinho. Porém, há como isso não acontecer! É bem simples. É só você cagar tudo o que tem de cagar antes de dar a bunda. E de preferência, passar umas horas antes sem comer coisas sólidas. Se a merda não estiver no reto, ou seja, se ela ainda se encontrar no intestino grosso, não tem como haver acidentes. Tem gente que faz "chuca", ou seja, coloca uma mangueirinha no cu e dá uma "lavadinha" lá por dentro. E, claro, lavar bem por fora, aproveite e tome um banho bem gostosinho, sabonete hidratante bem cheiroso… Lavar por fora é essencial antes da trepada. Especialmente se for rolar um beijo grego gostoso! Sabonete é baratinho, água também; lave o cu que não custa muita coisa! Tudo isso já parece ser o bastante… Mas ainda não é. Para dar a bunda também é muito importante ter…
Passo 4 – paciência
Ouça o que estou te dizendo: sexo é muito mais mental do que físico. É tão mais mental, que estuprados usualmente não gozam. Tá, eu nunca fui estuprado pra saber, mas imagino que a última coisa na qual uma pessoa violentada vá pensar é em sentir prazer… Até "outro dia", sexo anal era considerado tabu em muitas sociedades ditas "cristãs". Até hoje em muitos lugares é considerado "pecado", mesmo em locais "modernos" e "liberais". Ainda hoje tem mulher que quer morrer, mas não quer dar o cu. Pois eu, que perdi o cabaço dando o cu, me considero muito mais macho do que a grande maioria dos ditos heteros machões! Eu dei meu cu aos doze anos sem sentir nenhuma dor!
Você faz o que deseja com seu cu. Até pode ficar sem dá-lo a vida inteira se quiser. Ele é seu. Você decide o destino dele. O que eu não admito é ser desvalorizado porque dou o meu! Cada um com sua opção sexual, sem ser discriminado por isso! Eu falei tudo isso porque, não raro, mesmo nessa sociedade dita "muderna", as pessoas ainda são educadas com algum preconceito. O que mais dificulta o ato de dar um cu, pro denominado "passivo" é o fato de não se sentir exatamente á vontade com a prática. E um "preconceito" criado na mente não raro leva tempo e um certo esforço para ser desfeito. Por isso, você homem que vai comer um cuzinho pela primeira vez (a primeira vez, eu digo, do seu parceiro), faz favor de ser paciente? Às vezes não vai de primeira. Às vezes, a própria dor que alguns sentem ao dar o cu, ocorre por algum bloqueio emocional ou mental. Por isso, sem pressa! Sem afobação! Façam devagarzinho e sempre, e tudo sai bem feito!
Bom, com tudo isso o guia já esta completo. Mas vou acrescentar um último passo…
Passo 5 – Segurança
Segurança é usar sempre de forma habitual a camisinha. Abrir mão do uso da camisinha equivale a “brincar” de roleta-russa com uma arma completamente carregada! Praticar sexo sem que o parceiro esteja usando camisinha pode levar você a contrair qualquer Doença Sexualmente Transmissível (DST) como no pior dos cenários você pode ser infectado pelo vírus do HIV ou AIDS! Portanto neste ponto seja intransigente e exija sempre o uso da camisinha! Sem camisinha, sem sexo!

Mala, trouxa ou pacote



Volume no meio das pernas



ttp://worldgnews.blogspot.com.br/2013/05/volume-no-meio-das-pernas.html

85% dos homens têm o ponto G no ânus’, diz Martin Mazza



http://worldgnews.blogspot.com.br/2013/10/85-dos-homens-tem-o-ponto-g-no-anus-diz.html

domingo, 13 de outubro de 2013

Sexy Gogo Boys

Sexy Gogo Boyhttp://worldgnews.blogspot.com.br/2013/05/sexy-gogo-boys.html


sSexy Gogo Boys

Tirando a roupa pra galera!

Eles sãomusculosos,dançam daquele jeito duro esensual, geralmente também garotos de programa,profissionais do sexo, modelos,dançarinos... São conhecidos como lover boys, boy magia... Homens corpulentos, gostosos, dançando e tirando a roupa emstriptease. Rebola, paga bundinha e esconde o pau... O corpo é sua ferramenta profissional usado, inicialmente, para a simplescontemplação. Ao vivo, tem show com surpresa no final, onde ogogo vem de pau duro, gozando no palco. Outros são mais light, com os gostosos só rebolando no queijo da boate de tanga, empolgando e inspirando a galera a dançar, beber e enlouquecer com aquela visão do paraíso. Ou performances mais quentes, com direito a sexo explícito no palco ou em grupo, em público na festinha particular.
De clássico mesmo são as calças que se abrem pelas laterais, presas inicialmente com velcro, zíper ou botões, para serem arrancadas durante o striptease. Também conhecidos como go-go dancing, trabalham geralmente em casas noturnas ou contratados parafestas particulares, tipoDespedida de Solteiro, por exemplo. Esta profissão tem origem nos anos 60, onde mulheres começaram a subir nas mesas para dançar no estilo twist, noPeppermint Lounge em Nova York. O termo vem de go-go-go, que significa uma pessoa empolgada, eufórica, agitada... Junto com a expressão à gogo, referindo-se à abundância, vindo do antigo la gogue (alegria, felicidade, em francês).

Em muitas boates gays, além dos queijos, pequenos palcos em formato de cubos ou caixas, relembrando o ato de subir na mesa pra dançar, tem também gaiolas suspensas no teto, jaulas nos cantos do palco, ou em pilastras, ou barras de pole dance distribuídas sob o balcão do bar, para as beldades dançarem de forma erótica. Nos shows eles costumam interagir com a plateia, chamando alguém do público para sensualizar no palco, além da famosa prática em enfiarnotas de dinheiro na sunga enquanto dançam - uma maneira de tirar uma casquinha, passar a mão no gato na hora do show, ou o literal 'aqui se faz, aqui se paga'.

São os chamados gay-for-pay, ou 'gay por dinheiro', se identificando como heterossexuais (másculos), sendo pagos para atuar de forma homossexual profissionalmente. A mesma expressão se aplica aos atores de filmes pornográficos (pornstars) gays com jeito de homem macho, além, é claro, dos michês, profissionais do sexo, ou simplesmente boys. Veja alguns vídeos degogo boys:

Strippers at gay disco show live

Nude Male Dancers - On The Floor

GogoBoy da Level

Gogo Boy Eduardo Correa de pau duro 

Dancer gives audience a change to touch 

BoySpyCam BSP Male Stripper 

Latino stripper dancer

BoySpyCam BSP Male Stripper II 

Striper de mala pronta

VOLTA AO MUNDO


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F:Igay,
By: ALEXANDRE  ADONI,
Não é de hoje que os homossexuais tem sofrido com politicas anti-LGBTs na Rússia. Parte da então União Sovietica, que existiu entre 1922 e 1991, o país seguiu com as politicas homofóbicas do regime comunista.
Recentemente o tema atraiu atenção da mídia com a legislação que proíbe a “propaganda gay”, que é na verdade, a proibição de qualquer tipo de manifestação pública de homoafetividade e a também por conta da proibição da adoção de crianças russas por casais homossexuais dentro e fora do país.
Muitos artistas passaram então, por meio de suas obras, criticar o governo e parte homofóbica da sociedade russa. Em 2012, o fotografo Alexander Kargaltsev desenvolveu  o projeto “Asylum “, apresentado na galeria 287 SPRING em Nova York, em que retratava  homens gays que fugiram da Rússia para os Estados Unidos devido à violência e ódio que encontravam em sua terra natal .
SAIBA MAIS SOBRE OS GAYS NA RUSSIA NA COLUNA VOLTA AO MUNDO
Os modelos, demonstram coragem em expor não só questões delicadas como o medo de se viver em seu próprio país como em se desnudarem diante das lentes. Confira o resultado:



Asylum
Asylum2Asylum3Asylum5Asylum4

69 POSIÇÕES SEXUAIS INCRÍVEIS NO MELHOR KAMA SUTRA GAY DA VIDA!




http://worldgnews.blogspot.com.br/2012/08/69-posicoes-sexuais-incriveis-no-melhor.html

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sábado, 12 de outubro de 2013